História na Perspectiva Religiosa

História

Pré História

12000 bc - 4000 bc

Invenção da escrita.

Antiguidade

4000 bc - 476

Formação dos povos.

Idade Média

476 - 1453

A Idade Média compreende o período que parte da queda do Império Romano, até o surgimento do movimento renascentista. Longe de ser a chamada “idade das trevas”, esse período histórico possui uma diversidade que não se encerra no predomínio das concepções religiosas em detrimento da busca pelo conhecimento. É durante o período medieval que se estabelece a complexa fusão de valores culturais romanos e germânicos. Ao mesmo tempo, é nesse período que vemos a formação do Império Bizantino, da expansão dos árabes, do sistema feudal e o surgimento das primeiras universidades. Tradicionalmente se divide esse período entre: Alta Idade Média, Baixa Idade Média e paralelamente ocorre a Idade Média Oriental. É caracterizada pelo domínio dos imperios cristãos no ocidente.

Idade Moderna

1453 - 1789

Um mundo em transformação. Essa poderia ser uma das mais gerais perspectivas que poderíamos ter do período que compreende os anos entre 1453 e 1789. O reaquecimento das atividades comerciais e o Renascimento marcam o período em que o individualismo e o enfrentamento do mundo tornam-se práticas vigentes do pen- samento moderno. A hegemonia do cristianismo católico foi aba- lada com os movimentos reformistas e a economia deixou de ser uma prática envolvendo curtas distâncias. As Grandes Navegações e o “descobrimento” da América são um dos mais ricos assuntos período.

Idade Contemporânea

1789 - 12/31/2113

Caracterizado pelo inicio do desenvolvimento da industrialização

Religião

Hinduismo

6000 bc

Judaismo

2000 bc

Início da formação da nação dos hebreus.

Cristianismo

33 ac

Início do cristianismo com a morte de Jesus Cristo.

Pensadores - Filósofo, Teólogos, Rabinos, Matemáticos e etc

Gaon Saadia

882 - 942

Rashi

1040 - 1105

Maimónides

1135 - 1205

Tomás de Aquino

1225 - 1274

Tomás de Aquino OP (Roccasecca, 1225 — Fossanova, 7 de março 1274) foi um padre dominicano, filósofo, teólogo, distinto expoente da escolástica, proclamado santo e Doutor da Igreja cognominado Doctor Communis ou Doctor Angelicus pela Igreja Católica.

Yosef Karo

1448 - 1575

Isaac Luria

1534 - 1572

Francis Bacon

1561 - 1626

“Se essas crenças contradissessem a evidência de nossos sentidos, deviam ser abandonadas. Bacon era encantado pela ciência, convencido de que ela iria salvar o mundo e inaugurar o reino milenar previsto pelos profetas. Seu progresso não devia, portanto, ser estorvado por clérigos temerosos, simplórios. Mas Bacon estava convencido de que não podia vigorar nenhum conflito entre ciência e religião, pois só havia uma verdade.” (ARMSTRONG, 2007, p. 181)

René Descartes

1596 - 1650

“sustentou que não havia necessidade de Escritura revelada, já que a razão nos fornecia ampla informação sobre Deus”. (ARMSTRONG, 2007, p. 181)

Baruch Espinoza

1632 - 1677

Baruch Spinoza

1632 - 1677

Judeu, Sefardita, Amsterdam. “as contradições manifestas na Bíblia provavam que ela não podia ser de origem divina; a ideia de revelação era uma ilusão; e não havia nenhuma divindade sobrenatural - o que chamávamos de ‘Deus’ era simplesmente a própria natureza.” (ARMSTRONG, 2007, p. 182)

John Locke

1632 - 1704

Inglaterra. Um dos fundadores do Iluminismo e deísta (acreditavam na existência de um deus impessoal).

Isaac Newton

1642 - 1727

“mal mencionou a Bíblia em seus copiosos Escritos, porque extraía seu conhecimento de Deus de um intenso estudo do Universo” (ARMSTRONG, 2007, p. 182).

Richard Bentley

1662 - 1742

Teólogo inglês que estudou a bíblia de forma critica utilizando os métodos utilizados no estudo dos texto clássicos greco-romanos. Criou uma caminhada em defesa da Bíblia no meio acadêmico.

William Whiston

1667 - 1752

“Em 1745, ele publicou uma versão do Novo Testamento da qual eliminara todas as referências à Encarnação e à Trindade, doutrinas que, afirmava ele, haviam sido impingidas aos fiéis pelos Padres da Igreja” (ARMSTRONG, 2007, p. 188).

John Toland

1670 - 1722

Irlanda . “tentou substituir o Novo Testamento por um manuscrito que pretendia ser o evangelho judaico-cristão de Barnabés, desaparecido havia muito tempo, que negava a divindade de Cristo” (ARMSTRONG, 2007, p. 188).

Baal Shem Tov (Besht), Israel ben Eliezer

1698 - 1760

Judeu, Polônia. “um pobre taberneiro judeu no sudeste da Polônia, anunciou que havia se tornado um baal shem, um ‘Mestre do Nome’, um dos muitos praticantes da cura pela fé que vagavam pelos distritos rurais da Europa oriental, pregando em nome de Deus” (ARMSTRONG, 2007, p. 182).

David Hume

1711 - 1776

Escócia. “afirmou que não havia razão para se acreditar que alguma coisa se situava além da experiência de nossos sentidos” (ARMSTRONG, 2007, p. 182).

Jean Jacques Rousseau

1712 - 1772

França. “declarou que estudaria os autores gregos e romanos muitas vezes. ‘Inflamei-me!’, exclamou ele ao ler Plutarco” (ROUSSEAU, 1839, apud ARMSTRONG, 2007, p. 182).

Denis Diderot

1713 - 1784

França. “simplesmente não se importava com a existência ou não de Deus” (ARMSTRONG, 2007, p. 182).
"transportes de admiração, ... frêmitos de alegria, ... entusiasmo divino" (DIDEROT, 1776, apud ARMSTRONG, 2007, p. 182).

Dov Ber (Maggid of Mezritch)

1716 - 1772

Judeo, Ucrânia. Erudito cabalístico que tornou líder do movimento Hassídico que ligou o conhecimento talmúdico erudito com os ensinamentos de Besht onde deveria aplicar toda devoção ao realizar a leitura dos textos sagrados judaicos.

Elijah ben Shlomo Zalman Kremer (Gaon)

1720 - 1792

Judeu, Lituânia. Rabino que dedicava ao estudo da Torah, Talmud, e Halakha (leis rabínicas) e a Cabala. Estuda as escrituras com tanto esforço que alcançava elevações místicas. “mas ele era também versado em astronomia, anatomia, matemática e línguas estrangeiras” (ARMSTRONG, 2007, p. 187).

Paul Heinrich - barão de Holbach

1723 - 1789

Franco-Alemão. “estava convencido de que uma Bíblia divinamente revelada violava a autonomia e à liberdade do ser humano” (ARMSTRONG, 2007, p. 182).

Moisés Mendelssohn

1729 - 1786

Judeu, Alemanha. “Ele criou a Haskalah, um ‘iluminismo’ judaico, que apresentava o judaísmo como uma fé racional apropriada à modernidade” (ARMSTRONG, 2007, p. 182).

Edward Gibbon

1737 - 1794

Inglaterra. “não pôde prosseguir com sua pesquisa, porque ficou ‘agitado’ com tão ‘fortes emoções’ e experimentou uma ‘embriaguez’ e um ‘entusiasmo’ quase religiosos” (BONNARD, 1966, apud ARMSTRONG, 2007, p. 182).

Obra - Livros Sagrados, Teológica, Rabínica, Filosófica

Suma Teológica

1265 - 1273

Suma Teológica é o título da obra básica de São Tomás de Aquino, frade, teólogo e santo da Igreja Católica, um corpo de doutrina que se constitui numa das bases da dogmática do catolicismo e considerada uma das principais obras filosóficas da escolástica. Foi escrita entre os anos de 1265 a 1273.
Nesta obra Aquino trata da natureza de Deus, das questões morais e da natureza de Jesus.

Avanço do conhecimento

1605

“Se essas crenças contradissessem a evidência de nossos sentidos, deviam ser abandonadas. Bacon era encantado pela ciência, convencido de que ela iria salvar o mundo e inaugurar o reino milenar previsto pelos profetas. Seu progresso não devia, portanto, ser estorvado por clérigos temerosos, simplórios. Mas Bacon estava convencido de que não podia vigorar nenhum conflito entre ciência e religião, pois só havia uma verdade.” (ARMSTRONG, 2007, p. 181)

Filosofia

Escolástica

1100 - 1500

Escolástica ou Escolasticismo (do latim scholasticus, e este por sua vez do grego σχολαστικός [que pertence à escola], instruído) foi o método de pensamento crítico dominante no ensino nas universidades medievais europeias de cerca de 1100 a 1500. Não tanto uma filosofia ou uma teologia, como um método de aprendizagem, a escolástica nasceu nas escolas monásticas cristãs[1], de modo a conciliar a fé cristã com um sistema de pensamento racional, especialmente o da filosofia grega. Colocava uma forte ênfase na dialética para ampliar o conhecimento por inferência, e resolver contradições. A obra-prima de Tomás de Aquino, Summa Theologica, é frequentemente vista como exemplo maior da escolástica.

Renascimento

1350 - 1620

O movimento renacentista da o tom para que a modernidade seja tenha sua data definida pela história.

Iluminismo

1650 - 1789

Escola e Movimento - Judaico-Cristão

Pietismo

1635

Pietismo foi um movimento que valorizava as experiências individuais do crente. Tal movimento surgiu no final do século XVII dentro do Luteranismo, como oposição à negligência da ortodoxia luterana para com a dimensão pessoal da religião. O Pietismo influenciou o surgimento de movimentos religiosos independentes de inspiração protestante tais como o pentecostalismo, o neo-pentecostalismo e grupos carismáticos, além de influenciar a teologia liberal de Friedrich Schleiermacher. O Pietismo combinava o Luteranismo do tempo da reforma, enfatizando a conversão pessoal, a santificação, a experiência religiosa, o desprezo aos credos e confissões, a necessidade de renunciar o mundo, a fraternidade universal dos crentes e uma grande dose de emocionalismo religioso.

Universidade de Halle

1694

Universidade pietista da Alemanha.

Judaismo - Era Bíblica

Primeira emigração dos hebreus para Canaã. Os Patriarcas bíblicos.

2000 bc - 1600 bc

Judaísmo - Era Bíblica - Início

2000 bc

Hebreus no Egito

1699 bc - 1300 bc

O Êxodo e a ocupação da Palestina.

1399 bc - 1200 bc

Época dos juízes.

1300 bc - 1068 bc

Reinado de Saul

1067 bc - 1055 bc

Reinado de Davi

1055 bc - 1015 bc

Reinado de Salomão

1015 bc - 977 bc

Cisma entre Judá e Israel

977 bc - 830 bc

Fim do reino de Israel

722 bc

Destruição de Jerusalém

586 bc

Ciro permite o retorno dos judeus à Judéia

537 bc

Reconstrução do Templo em Jerusalém

520 bc - 516 bc

Judaísmo - Era Talmúdica

Alexandre Magno conquista a Judéia

332 bc

Domínio Ptolomeu

320 bc - 198 bc

Domínio selêucida

198 bc - 167 bc

Revolução dos macabeus

167 bc

A Judéia conquista a independência

140 bc - 63 bc

Pompeu conquista Jerusalém

63 bc

Início e Expansão do Cristianismo

1 ac - 100 ac

Procuradores romanos na Judéia

6 ac - 40 ac

Primeira revolta judaica .Destruição de Jerusalém

66 ac - 73 ac

Fundação da Academia de Iavne

70 ac

Segunda revolta judaica. Guerra de Kitos

115 ac - 117 ac

Terceira revolta judaica. Revolta de Bar Kokhba.

132 ac - 135 ac

Redação da Mishná.

200 ac

Término da redação do Talmud da Babilônia

500 ac

Judaísmo - Era medieval

Gaons na Babilônia

601 ac - 999 ac

Guerra de Maomé contra os judeus da Arábia

624 ac - 628 ac

Caraísmo - Nova ramificação do Judaísmo

760 ac

A palavra caraíta (do hebraico קראים, qaraim ou bnei mikra, "Seguidores das Escrituras"), designa uma das ramificações do judaísmo que defende unicamente a autoridade das Escrituras Hebraicas como fonte de Revelação Divina.

Florescimento da cultura judaica na Espanha

1001 - 1100

Massacre dos judeus em Granada

1066 ac

Expulsão da Alemanha e emigração para a Europa Oriental

1101 - 1500

Expulsão dos judeus da Inglaterra

1290

Expulsão dos judeus da França

1306 - 1394

Massacre dos judeus na Espanha

1391

Expulsão dos judeus da Espanha

1492

Expulsão dos judeus de Portugal

1498

Massacre de cristãos-novos em Portugal

1506

Judaísmo - Era Moderna

Movimento messiãnico de David Al-Roy e Salomão Molcho

1524 - 1532

O retorno dos judeus para a Inglaterra

1649 - 1656

Emancipação na América

1787

Judaísmo - Era contemporânea

Cristianismo

Tempos do cristianismo.

Primeira Cruzada

1096